segunda-feira, 27 de outubro de 2008

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E REGIMENTO ESCOLAR

"Um caso de amor"
Interessante poder escrever sobre estes dois termos de uma forma totalmente informal, dentro de uma perspectiva absolutamente divertida, pois assim é que estes deveriam ser vistos sempre. O sério da história é percebê-los vivos na escola. Pulsantes, cotidianos. Num dos comentários das ativiades foi me perguntado como estes termos e conceitos, na minha visão, deveriam estar. Num primeiro momento pensei, que droga, como vou explicar o que sinto, como os vejo e suas relações. Mas agora posso demonstrar através da construção do power-point. Lá esta relação, como os percebo está clara e objetiva. É constante construção, é desejo e fazer... E isto não está engessado, mas está comprometido com uma escola que nasce do sonho, mas que caminha no real, que tem o direito de errar buscando qualificar-se, com responsabilidade, com a dignidade dos envolvidos. E isso vai ser reflexo no trabalho cotidiano, do professor que se pergunta sobre como foi o dia, o que podia ser melhor, o que diferente poderia servir de recurso para a construção coletiva e individual dos envolvidos... e assim vai... Dos pais participantes,dos alunos que auxiliam na construção dos projetos de aprendizagem, ativos no processo de aprender e ensinar... Do administrador escolar que é também ouvinte dos desejos, do que divide responsabilidades... e outros tantos exemplos.
Este é na realidade a real e válida experiência a partir deste encontro de dois documentos que deixam de ser apenas registros formais e passam a fazer parte da história e das construções de todos.

domingo, 19 de outubro de 2008

PROJETO DE APRENDIZAGEM


Falar sobre aprendizagem a partir deste projeto é deixar mais claro possível a premissa de que aprendemos realmente quando construímos, quando efetivamente tornamos o tema significativo. Ao sermos desafiados, questionados, quando necessitamos refletir, pensar, até mesmo expressar nossas dúvidas é que realmente estamos aprendendo de fato. Ao nos depararmos com uma dúvida, um problema realmente significativo, estamos aptos a conhecer. E como podemos dar conta disto? Fazendo com que a pesquisa, a busca, a troca estejam em nossa prática. É partindo da vontade que estabelecemos inicialmente o que realmente queremos conhecer. E a curiosidade vai tomando conta de cada um e os desafios tornando-se cada vez mais estimulantes e parceiros fiéis do conhecer. E não ficamos num conhecer simplesmente, passa a tornar-se vivo.
Mas é preciso que isto se torne realmente parte do nosso cotidiano escolar. Nosso projeto inspirou esta necessidade. Observamos cada vez mais a escola perder espaço para os meios de comunicação, para a internet e o que efetivamente podemos fazer para que os alunos também a tomem como essencial e prazeirosa? A meu ver, a partir de toda a perspectiva vivenciada neste projeto é fazer com que ela se descubra desafiadora, estimuladora da curiosidade, mediadora entre a necessidade e o conhecimento formal. Fazer este conhecimento deixar de ser apenas formal e acumulado para se tornar vivo e participante da prática.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DA ESCOLA.


Pensar em como a escola se organiza, em como os diferentes sujeitos atuam neste espaço especificamente não quer dizer apontar setores e dar definação de funções. Pensar na organização da escola implica em saber e assumir uma linha de trabalho. É pensar em cada espaço e cada sujeito e seu envolvimento com o todo, com o objetivo maior que este lugar se propõe. Inúmeros são os conflitos que apresentam-se neste momento em que nos é solicitado que confrontemos o que vivenciamos com o que escrevemos sobre as nossas realidades. Passamos a nos dar conta do quanto o real e o legal estão tão distantes. Percebo o quanto há de preocupação em que os documentos da escola sejam modernos, bem elaborados, que respeitem a legislação vigente, mas também é possivel ver o quanto está deslocado do dia-dia da escola. se este foi realmente o interesse primeiro da interdisciplina, acredito ter obtido êxito em minhas análises iniciais. E é bom revelar aqui o quanto isto tem deixado de marcas bem profundas em mim. É um momento de confrontos, de visualizar a macro estrutura deste espaço escolar e ver a dificuldade. Ver esta escola num tempo histórico, num espaço social determinado é iniciar um processo de identidade, o que vai movimentar de forma bem mais profunda a construção da linha de trabalho. Quanto mais identidade maior a chance deste "lugar" estabelecer suas diretrizes e potencializar um trabalho efetivo educacional.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

GESTÃO ESCOLAR...

Certa vez uma professora trabalhou os seus assuntos normais da disciplina, mas lançou um pequeno desafio: tratar um tema com imagens apenas. Tínhamos que elaborar uma idéia e representá-la através de ima imagem. Quando pensei em relatar aqui uma das experiências a respeito dos temas trabalhados neste eixo de interdisciplinas lembrei de uma imagem e acho que ela pode de certa forma dar início a minhas reflexões. "Uma ponte, água..." Mas pra mim não é só isso. Penso que o trabalho do professor, o trabalho que a escola deve buscar é "ponte", é colocar que existem outros lugares, que estes podem estar ligados a nossa realidade. Que a´"água", que está passando por baixo da ponte é movimento, é transformação, é vida... Então posso aqui perceber que nossas possibilidades como professores e como escola são na verdade mediar, possibilitar, cada um vai seguir seu caminho, vai encontrar "sua ponte", suas "águas", e este diferencial faz da escola um lugar maravilhoso de ser e de estar. E talvez esta nossa perspectiva toda, este nosso ideal passe antes por novas apropriações e necessidade de novos paradigmas, desacomodar-se... pensar em novas relações entre os segmentos que compõe o ambiente escolar, em uma nova forma de gerenciar os espaços e recursos.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

AS IDADES DE ERIKSON.



Quando é que realmente paramos e pensamos em estágios após a adolescência? O mais comum é encontrarmos nas escolas de formação tudo sobre crianças e adolescentes, muito difícil identificarmos categorias após estes períodos. E não é que é percebermos que a nossa caminhada continua, que possuímos conflitos comuns a outros, que o reconhecimento destas fases pode nos auxiliar na busca desta melhoria de ser humano que queremos.
Já havia lido a respeito, mas faz muito tempo. È um aspecto muito importante dentro da área que atuo. Pois ao trabalho com as famílias dos alunos, e existe a possibilidade de reconhecer algumas características e entender alguns procedimentos que marcam o comportamento dos filhos e filhas. Visto que muitos imitam ou mesmo reproduzem comportamentos e atitudes destes referentes pais.

Não paramos no tempo e espaço, e é possível trabalhar para que tenhamos mais exitos e menos conflitos, construindo estas referências ao reconhecermos adequadamente a que tipo de aspectos estamos mais propensos dentro de determinadas faixas etárias.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

PLANO DE APRENDIAGEM

Planos de Aprendizagem

Que momento!! Que aventura!! Que descobertas vamos fazer, segundo nossos professores do Seminário Integrador V. Para professores virarem alunos mais uma vez. Permitir voltar a ser curioso, sair em busca do que se quer aprender, criar possibilidades, surpreender-se com o novo, com outra posição de ver...enfim, novamente estar na posição de aprendente. Isso mesmo, voltar movamente nesta posição, pois incorporar o professor que busca a informação e o conhecimento, que estabelece um recurso (ou mais de um) para levá-lo a classe a gente já sabe bem como é e o faz praticamente todo dia. vai ser muito legal, vai dar muito trabalho, pois vencer resistências (principalmente as nossas) não é lá muito fácil, mas chegaremos lá!
E o que será que vai dar tudo isso?
"Essa pergunta está mais pra restritiva ou abrangente?"

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

ORGANIZAÇÃO E TEMPO



Como é difícil organizar-se, pois hoje em dia o tempo parece que escorre por nossos dedos. Nossa cultura ocidental nos revela um tempo e um espaço relativos, parecendo que estas suas relações são impossíveis. E nossas falas revelam estas nossas impressões:
"Como organizar-me num espaço tão pequeno de tempo? Vou ter tempo pra tudo? Não tenho tempo pra nada..."
Estabelecer prioridades, entender a si mesmo e de seu funcionamento, limites, necessidades... tudo pode vir a auxiliar para que se possa contornar o ritmo alucinante da modernidade, ou melhor, da contemporaneidade.
E assim se fez...
"Os dias talvez sejam iguais para um relógio, mas não para um homem."
(Marcel Proust)
Atividade 1 / Seminário integrador V