
Que interessante falar de música numa perspectiva não só de ouvinte como efetivamente agente dela. Esta semana que passou vivenciamos na aula presencial da interdisciplina Música na Escola uma nova perspectiva, sobre música. O escolher da nossa preferência está notoriamente carregada de uma intencionalidade consumista que não percebemos. Outro aspecto nteressante foi nos apropriarmos de termos sobre música e efetivamente vivenciá-los. falo aqui de ritmo, harmonia, compasso... Dicas preciosas! E com que propriedade hoje nos damos conta que precisamos sim desmembrar este universo musical, sair da rotina repetitiva e cíclica que nos impõe o mercado musical. Divinamente vivenciarmos a música e assim ela deve ser pensada tanto para nossa apreciação individual, quanto para uso em nossa prática.
Revendo o Blog de Aprendizagem, ou melhor nosso Portifólio de Aprendizagens, foi nos sugerido que colocássemos mais evidências de práticas efetivas de sala de aula sobre cada assunto abordado aqui. Para tornar mais didática e formalizar o que se estabeleceu de concreto na prática, cito aqui a forma foi redirecionado uma atitude estereotipada de um dos alunos utilizando os conhecimentos dados na interdisciplina. Um aluno chamado F. tem com "mania" bater com qualquer objeto sobre a mesa. Ficar batendo, nete caso não havendo uma significação para o ato da batida. Aproveitando o que vimos nas aulas de Música, introduzi ao ovimento música, som. Logo após fui modificando os sons, variando ritmos, para dar um sentido a batida, sair da estereotipia e ter contexto para existir. Este movimento pareceu-me ter dado sentido maior,e ao mesmo tempo estabelecido uma nova via de comunicação, pois agora o aluno olha em minha direção quando inicia a batida esperando que se coloque o som.
